quarta-feira, 5 de setembro de 2012

SEMA participa de curso realizado pelo Ministério do Meio Ambiente

EAD Resíduos Sólidos

Os servidores públicos: Stênio Freitas Felix, Ana Cristina Torres Arraes, Mara Crislanne de Oliveira e Kátia Januário Dantas da Secretaria do Meio Ambiente - SEMA do município de Acopiara – Ce,  estão participando do Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos realizado pelo Ministério do Meio Ambiente-MMA e que terá duração de 01 mês. A finalidade do MMA é apoiar e capacitar os gestores para produzirem seus planos municipais e intermunicipais e consequentemente aperfeiçoarem a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O curso é dividido em módulos, onde são sugeridos textos e vídeos complementares, bem como atividades e fóruns avaliativos de discussão para que o aluno conheça e se aprofunde nos principais conceitos para elaboração de um qualificado plano de gestão. "O fórum planos e práticas é um dos mais ricos, pois é o espaço onde os participantes trocam experiências e dúvidas sobre a elaboração dos planos", afirmou Gabriela Alem, coordenadora de Projetos do ICLEI-Brasil.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Falta plano para o lixo em mais de 90% dos municípios

Mais de 90% dos municípios brasileiros não produziram um plano para tratamento de lixo e resíduos industriais, o que põe em risco a meta de eliminar em dois anos os lixões. Previsto em lei, o documento passa a ser exigido pelo governo federal a partir desta quinta-feira como contrapartida para liberar recursos da União.
Dados do Ministério do Meio Ambiente mostram que apenas 291 cidades aprovaram um plano municipal de resíduos sólidos, enquanto 197 municípios ainda analisam projetos. Portanto, 488 das 5.565 prefeituras se habilitam a receber dinheiro federal para manejo do lixo, o que equivale a 8,8% das cidades.
Por amostragem, a Confederação Nacional de Municípios estimou que 49% das cidades nem sequer iniciaram a preparação do plano e outros 42% não o finalizaram. Entre as cidades que ainda não começaram, os principais motivos alegados foram a falta de recursos financeiros e técnicos e o desconhecimento da lei.
Os números são especialmente preocupantes, na visão de analistas, pois cabe aos municípios a gestão do lixo. Os documentos devem ter metas de coleta seletiva e um cronograma para a destinação adequada de resíduos hospitalares e industriais.
A capital paulista publicou anteontem seu plano, mas sem especificidades exigidas, como metas para coleta seletiva. A pressa em não perder acesso a dinheiro da União pode sair pela culatra porque o governo promete aceitar somente os documentos que cumpram todos os requisitos.
"Nós, do Ministério do Meio Ambiente, não achamos que é importante fazer cópia e cola de plano só para atender à exigência, tem de pegar mesmo o conteúdo mínimo", disse o diretor de Ambiente Urbano, Silvano Silvério. Para a pasta, os municípios que não concluíram os planos poderão apresentá-los mais à frente, no momento em que pedirem verbas da União.
A interpretação do governo foi elogiada por Simone Nogueira, sócia do Siqueira Castro Advogados responsável pela área de meio ambiente em São Paulo. "É uma adaptação do texto da lei à pratica, senão inviabilizaria." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

 
IURI DANTAS E RAFAEL MORAES MOURA - Agência Estado
Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Supermercados ignoram Justiça e não distribuem sacolinhas biodegradáveis

Redes aguardam o julgamento de recursos que podem banir o fornecimento das embalagens

 
Apostando numa reviravolta no caso das sacolinhas, as principais redes de supermercado de São Paulo ignoraram a ordem judicial que determinava o início do fornecimento gratuito de embalagens biodegradáveis a partir da segunda-feira. A estratégia das redes é aguardar o julgamento, nesta terça, 31, na 27.ª Câmara de Direito Privado, de quatro recursos que tentam banir novamente a distribuição das sacolas plásticas.

Bruno Deiro - O Estado de S.Paulo
Fontehttp://www.estadao.com.br/noticias/

terça-feira, 26 de junho de 2012

Justiça decide pela volta das sacolinhas

 
 
O Estado de S.Paulo
Os supermercados devem voltar a distribuir sacolas plásticas de graça para os consumidores, segundo decisão da Justiça paulista. A juíza Cynthia Torres Cristófaro, da 1.ª Vara Central de São Paulo, determinou ontem que os supermercados devem adotar, em 48 horas, as providências necessárias para retomar o fornecimento de sacolas adequadas - e em quantidade suficiente - para que os consumidores transportem as compras gratuitamente. Cabe recurso à decisão.
Em sua decisão, a juíza afirma que "é notório que a prática comercial costumeira é do fornecimento do lojista de embalagem para que o consumidor leve consigo as mercadorias que adquire, isso ocorrendo em lojas de diversos ramos de atividade".
A decisão também fixa o prazo de 30 dias para que os estabelecimentos passem a fornecer, também gratuitamente, embalagens de material biodegradável ou de papel, sem cobrar nada pelo serviço. A decisão foi uma resposta da Justiça à ação civil pública movida pela Associação Civil SOS Consumidor contra a Associação Paulista de Supermercados (Apas), Sonda Supermercados Exportação e Importação S/A, Walmart Brasil Ltda. e Companhia Brasileira de Distribuição (Rede Pão de Açúcar).

Geração de lixo cresce apesar de nova lei

Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 2010, ainda não produz efeito prático, diz estudo


Apesar de a Política Nacional de Resíduos Sólidos estar em vigor desde o final de 2010, ela ainda não está produzindo efeitos práticos na destinação do lixo gerado no País. Essa é a principal conclusão do levantamento anual da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
Em 2011, das 55,5 milhões de toneladas de resíduos coletadas no ano, 58,06% (32,2 milhões) foram destinadas corretamente - em aterros sanitários -, enquanto o restante (23,3 milhões) permanece seguindo para lixões e os chamados aterros controlados, que não têm tratamento de chorume ou controle dos gases de efeito estufa produzidos em sua decomposição.
Em relação a 2010, houve uma melhora de meio ponto porcentual na destinação correta dos resíduos, mas, como os brasileiros aumentaram sua geração de lixo em 1,8% em relação ao ano anterior, na prática, 2011 observou um aumento na quantidade de resíduos jogados em lixões e afins. A geração per capita média do País foi de 381,6 quilos por ano, 0,8% superior ao do ano anterior.
Em termos de municípios, 60,5% do total de 5.565 deram destino inadequado a mais de 74 mil toneladas de resíduos por dia. Em todo o País, mais de 6,4 milhões de toneladas sequer foram coletadas no ano, indo parar em terenos baldios, córregos etc. Isso equivale a 45 estádios do Maracanã lotados.
Os dados, que serão lançados nesta terça-feira, 8, fazem parte da última edição do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil.
Meta até 2014. A produção de resíduos, porém, subiu menos na pesquisa atual - entre 2009 e 2010, o salto havia sido de 6,8%. “Mas ela continua crescendo. Foi o dobro do quanto cresceu a população no mesmo período”, afirma Carlos Silva Filho, diretor da Abrelpe.
“Esperávamos já ver algum reflexo da política. Mas, se continuar nesse ritmo de geração, não vamos conseguir acabar com os lixões até 2014”, diz.
A meta a que ele se refere é uma das estabelecidas pela política nacional, que também define que, do material coletado, somente os rejeitos devem ir para os aterros - o que exclui tudo o que possa ser reciclado ou reaproveitado como, por exemplo, com compostagem.
Mas nesse quesito também não houve muito avanço. Dentre os municípios brasileiros, 58,6% afirmaram ter iniciativas de coleta seletiva - somente 1% a mais que em 2010.
O problema é que as soluções para a questão do lixo demandam muito tempo. Para criar um aterro sanitário é preciso de espaço, de licenciamento ambiental. Segundo Silva Filho, leva, em média, uns três anos. “E mesmo eles sendo criados, se não mexer na quantidade de geração (de resíduos), a vida útil do aterro vai caindo. Mas há estimativas de que, para reverter a curva ascendente de geração, é preciso de um prazo de dez anos.”
Para ele, um dos gargalos ainda é a falta de investimento. Segundo o panorama, em 2011, a média mensal dos gastos dos municípios brasileiros com serviços de limpeza urbana foi de R$ 10,37 por habitante por mês - 4% maior na comparação com 2010.
Silva Filho estima, porém, que precisaria ser no mínimo o dobro para resolver o déficit na coleta e na destinação, considerando que metade dos resíduos têm destino inadequado (somando também o que não é coletado).
“Não dá mais para considerar que é possível resolver a custo zero, como acontecia ao simplesmente jogar os resíduos nos lixões. E isso envolve também cobrar o serviço da população. Uma taxa básica, que aumente, por exemplo, se a pessoa não separa os recicláveis, mas diminua se ela o fizer”, propõe.
Ninguém do Ministério das Cidades, responsável pela aplicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, foi encontrado para comentar a pesquisa.
Giovana Girardi

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Veneno ecológico para controlar ratos!!!

A3p Informa:

Os ratos urbanos estão entre as principais origens de zoonoses nas grandes cidades (e pequenas também). Uma pesquisa realizada por Antunes et al. (1995) na Universidade Federal de Pelotas comprovou uma eficiente receita no combate/controle desses roedores. O artigo foi publicado na revista Agrociência, 1(1):12-18.


 Como fazer: Pegue uma xícara de qualquer feijão crú (sem lavar mesmo), coloque no multiprocessador, ou liquidificador (SEM ÁGUA) e triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.


Por Luciano R. Alardo Souto *
* Biólogo, E-mail: lucianoalardo@yahoo.com.br
Fonte: http://www.mundodabiologia.com.br/

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Copos comestíveis

Mais um avanço quando se fala de redução do lixo!

A The Way We See The World, um escritório de design americano, desenvolveu uma solução prática que pode ser a substituição definitiva para copos descartáveis de plástico: os Jelloware, uma linha de copos para beber e comer! Feitos de gelatina ágar-ágar, extraída das algas, estes copos podem ter três sabores diferentes, que ainda por cima podem dar um gosto especial à bebida: limão com manjericão, gengibre com hortelã e alecrim com beterraba. Quem não gosta de gelatina tem a opção de enterrar o copo, pois ele é biodegradável.
Coloridos e maleáveis, estes copos devem ser mantidos na geladeira para não ficarem pegajosos. Ainda estão em fase de projeto, mas se apresentam como uma alternativa muito inteligente para o desastre ambiental que são os copos descartáveis de plástico. Enquanto o plástico leva centenas de anos para se decompor, a gelatina deve sumir em poucas semanas.

Esta linha de copos, provavelmente, será vendida apenas nos Estados Unidos, mas a engenhosa ideia deveria começar a se tornar um modelo para empresas ao redor do mundo. Já somos seis bilhões de habitantes e não podemos continuar produzindo a quantidade de lixo que produzimos hoje. Quem sabe não serão os designers a salvar o mundo?